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Prepare sua estratégia de conteúdo para os super apps

produção de conteúdo e super apps

Produzir conteúdo na estratégia do seu negócio (ou da sua marca pessoal) é mais importante do que ter um grande orçamento para anúncios. Às vezes, anunciar sem fazer o trabalho de base é jogar seu dinheiro pelo ralo.

Os super apps são uma das maiores tendências dos últimos tempos. Na China, o WeChat já é uma das aplicações essenciais na vida de todo cidadão chinês. Recentemente, inclusive, o governo chinês começou as movimentações para fazer do app a identidade oficial dos chineses.

O app, além de ser uma alternativa ao WhatsApp, é também um ponto central de toda a internet. O que Mark Zuckerberg tentou fazer com o Facebook nos últimos 5 anos, de transformar a plataforma na própria internet, a chinesa Tencent conseguiu em 9. Uma batalha silenciosa ocorrendo no backstage da tecnologia que nós nunca sequer imaginamos ser possível.

Se você está se perguntando o que esse embate entre gigantes da tecnologia tem a ver com sua estratégia de conteúdo, é porque provavelmente você está desperdiçando dinheiro à toa com anúncios.

Pra que serve o conteúdo afinal?

Antes de falarmos da relação entre os super apps e o seu negócio, precisamos passar a régua no nosso entendimento sobre conteúdo. Do que ele se alimenta, onde vive e pra que serve.

Conteúdo nada mais é do que a principal moeda de troca entre seu negócio e suas audiências. Teve uma época em que ele servia somente à sites especializados (como blogs e portais de conteúdo) e produtores de plataformas específicas como o YouTube. Porém, nossa relação com as mídias sociais foi evoluindo, evoluindo – e evoluindo um pouco mais – até o conteúdo deixar de ser motivo de angariar likes para se tornar o principal objetivo do funil de vendas das estratégias digitais.

Hoje o conteúdo é o que move todas as plataformas, do seu website ao TikTok. Sem ele, a internet se torna somente um ponto de encontro entre você e seus amigos, sem nada a lhe oferecer a não ser a parte social. Não que isso não seja importante, muito pelo contrário, mas para negócios, a internet sem conteúdo deixa de ser um canal de relacionamento. E deixando de ser um canal de relacionamento, ela deixa também de ser um canal de vendas.

Esqueça as métricas de vaidade como curtidas e seguidores. Se seu conteúdo não está sendo compartilhado ou gerando discussões e conversas paralelas nas suas mensagens diretas, pode recomeçar sua estratégia. 

Quando seu conteúdo possui um objetivo em sua estratégia, ele faz um “click” nas engrenagens. E aí, qualquer coisa que você queira atingir se torna uma tarefa muito mais fácil, independente se você quer ter aumento do reconhecimento de marca ou aumento de vendas, porque você conseguiu algo muito maior: entregar valor para sua audiência através do seu conteúdo relevante antes de entregar valor para seus clientes através do seus produtos e serviços.

E isso gera autoridade.

Aprenda a gerar mais conteúdos relevantes seguindo cinco passos simples!

Entregar valor antes é a verdadeira receita de sucesso para seu negócio

É sério! Pode parecer estranho esse pensamento, de entregar valor antes de entregar valor, mas quando suas audiências já conhecem e já estão familiarizadas com seu trabalho, qualquer coisa que você falar terá relevância.

Você já deve ter passado por isso, de investir mais do que gostaria em anúncios patrocinados no Instagram ou Facebook para ter resultados quase tão irrelevantes quanto os que você já vinha tendo em publicações orgânicas. Acredito que todos nós já passamos por isso em algum momento.

Isso ocorre porque nosso negócio ainda não possui credibilidade e nós ainda não possuímos autoridade frente a nosso público. Ele está sendo impactado por sua publicação, que provavelmente está oferecendo a solução para seus problemas, sem antes saber que você sabe qual é o problema dele.

Consegue perceber a falha no processo?

Obviamente que você não irá colocar toda a energia do seu negócio em produzir única e exclusivamente conteúdo para suas audiências (até porque isso seria tão ruim quanto não produzir conteúdo), mas colocar uns 10% a mais da sua energia nisso vai fazer uma grande diferença.

O que faz um conteúdo ser bom?

Responder essa pergunta é difícil, porque cada negócio e cada estratégia possuem suas próprias especificidades, então é mais fácil partirmos de outra pergunta: o que faz um conteúdo ser ruim? Ou pior: irrelevante?

No episódio 2 do podcast NoBizz, conversei com Mariana Santa Ritta, produtora de conteúdo voltado à escrita criativa e marca pessoal no LinkedIn. Conversamos durante quase duas horas (que foram reduzidas à 1h20) sobre conteúdo. Em determinado momento da conversa, falamos justamente sobre isso: conteúdo irrelevante.

Atualmente, em quase todas as redes sociais, vemos uma crescente no número de publicações com caráter duvidoso. Posts como “toque duas vezes se você consegue enxergar a figura do Michael Jackson” fazem sucesso e pipocam a todo instante nos nossos feeds. São considerados posts virais, mas o pior tipo de viral que existe: o que não entrega nada.

Esse tipo de ação serve unicamente para gerar números absurdos para os que os publicam poderem dizer: “meus posts possuem mais de 26 mil likes na rede social x”. Eles não estão mentindo, seus posts realmente atingem essas marcas, mas quando você vai mais a fundo, para realmente ver o que aquela pessoa possui de relevante para falar, você não encontra nada. Para um conteúdo ser bom, ele precisa conversar com a audiência certa. Ele precisa ser construído para aquela audiência.

Enquanto seu conteúdo não for produzido para se comunicar com sua persona, você estará queimando cartuchos.

Quando você for se perguntar o que faz um conteúdo ser bom, pense primeiro: o que minha audiência quer ouvir de mim?

O que isso tudo tem a ver com os super apps?

Você conseguiu entender como produzir conteúdo relevante pode ajudar você a economizar no seu orçamento de estratégias digitais? Se sim beleza, podemos conversar agora sobre os super apps.

Antes de tudo, eles são uma tendência. O Facebook já começou a mexer as peças nesse tabuleiro, abrindo espaço para que usuários do Instagram possam possuir suas próprias lojas virtuais dentro do app. Isso quer dizer que, integrando sua loja virtual ao Instagram do seu negócio, você poderá vender diretamente no mesmo canal que você está se comunicando com sua audiência. E não são só os apps do Facebook que estão fazendo essa movimentação. A Magazine Luiza também se encaminha para se tornar um dos super apps brasileiros, para concorrer com um mercado onde a colombiana Rappi já habita com sucesso desde 2016.

Ainda que o mercado ocidental tenha uma certa resistência à compras online (no Brasil, somente 5% das vendas do varejo vem através de plataforma online), a pandemia fez aumentar o “consumo à distância”. Isso pode representar um passo na evolução do comércio online. E como você faz para fechar vendas nessa enorme praça pública que é o ambiente digital? Pagando para alguém potencializar seu grito ou chamando a atenção dos usuários que estão passando próximos à você?

Segunda opção parece mais interessante, né? E no meio dessa estratégia de conteúdos, em um ambiente onde existirão cada vez mais super apps fazendo o papel de shopping centers digitais, garantir uma audiência que acompanha e interage com tudo o que você faz, tornará suas estratégias digitais muito mais eficientes.

Imagina a facilidade de fechar negócios que você terá se o seu perfil do Instagram entregar tanto valor quanto seus produtos e serviços?!

O céu já deixou de ser o limite há tempos.

Aconselho fortemente a leitura dessa matéria (em inglês) sobre essa tendência gigantesca que são os super apps.

Agora que você já sabe a importância cada vez maior que o conteúdo terá daqui pra frente, que tal conhecer a mentoria Digital90 da ECC Hub? A primeira turma já está acontecendo, mas você pode se cadastrar para ficar por dentro de quando rolará a segunda!

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Agora, se você não quer esperar a próxima turma, que tal conferir a opção de mentoria individual? Uma mentoria personalizada e focada nas suas maiores dificuldades e necessidades.

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