Nosso blog

Conteúdo

A arte de ouvir o que não se quer

capa-peoplefirst-3

Na semana passada, durante rolagens infinitas de meu feed ao final do dia, li uma frase que me chamou a atenção em uma publicação da Luiza Trajano, a Magalu.

“Gosto de escutar o que não quero ouvir”.

Gosto muito da Luiza Trajano e das suas reflexões, elas quase sempre ressoam em mim. Acredito que por ela ela ser essa imagem fortíssima de mulher, líder e gestora. Dito isso, acredito ser importante frisar o quanto ela sempre foi uma imagem de referência profissional para mim. Pelo menos desde que ela começou a se mostrar como a mente por trás da Magazine Luiza.

Saber ouvir para crescer

“Prefiro ficar sabendo de algo que não me agrade mas que me dê a oportunidade de mudar e crescer”.

Quando li – e ouvi – a Luiza falando essas palavras, na hora me identifiquei. “Me representa”, pensei.

Quase sempre tento capturar esses momentos para crescer. Prefiro que me digam a verdade, aquilo que eu não quero ouvir, mas que preciso. Falar e ouvir nesses momentos, são atos de coragem compartilhados, visto que vivemos em uma sociedade que tende a fugir dessas experiências.

Quantas vezes já não fugimos de conversas importantes por medo de ouvir o que não gostaríamos?

Porém, é quando recebemos esse tipo de conversa franca, que processamos através da audição genuína, mesmo que pareça doer nas nossas entranhas.

Muitas vezes o que nos é falado tem fundamento, principalmente na visão do outro. Empatia.

Claro, mesmo que faça sentido na visão do outro, também não podemos acatar de imediato. Talvez a visão do emissor esteja nublada e exista ainda um outro motivo por trás, mas isso só deve aparecer após a reflexão daquelas palavras.

Gosto que meus sócios, mentores ou pessoas próximas, me digam o que pensam sobre projetos que estou envolvida, ideias que estou construindo ou até mesmo posicionamentos que eu venha a ter em relação a determinados assuntos, porque muitas vezes pode ter alguma variável que talvez eu não esteja enxergando.

O poder das palavras

Quantas vezes você já se sentiu impactado por palavras ditas à você?

Por exemplo, uma simples perguntas como “o que você achou disso?” pode nos mostras perspectivas que talvez não queremos enxergar, visões difíceis de nós mesmos aceitarmos, muitas vezes.

Não são todos que estão preparados para receber ou ter esse tipo de conversa.

Para se tornar um bom ouvinte é preciso uma grande dose de autoconhecimento, para podermos ouvir, processar e aprender com aquilo que foi dito.

Aqui na ECC Hub sempre falamos sobre isso, seja em nossos processos de facilitação ou em programas de desenvolvimento, principalmente dentro dos módulos de comunicação.

Por possuirem poder, refletimos muito sobre o significado popular de palavras como “feedback”, por exemplo. Esse estrangeirismo é um que não utilizamos, no lugar dele, preferimos o termo “conversas significativas”, porque esse novo termo ainda não carrega toda a negatividade que seu representante em inglês possui.

Que outras palavras você enxerga, no seu dia-a-dia, carregarem significados negativos?

Clica aqui para me contar

Acredito que as pessoas precisem passar por essas provas de fogo, de ouvir aquilo que, num primeiro momento, pode deixá-las desconfortáveis, desde que seja colocado de forma respeitosa.

Precisamos estar preparados para ouvir, mas também para falar, para ter o tato e a leitura necessária para não sermos agressivos em nossas palavras.

A fala da Luiza Trajano traduz muito aquilo que acredito como forma de crescimento pessoal e profissional. Na realidade, acredito que meus sócios também concordariam comigo, fazendo essa crença, uma crença também da ECC Hub.

compartilhe

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no print
Compartilhar no email

Novo e-book
Protagonismo Ágil

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência em nosso site.

Abrir chat
Quer conversar com a gente?
Olá 👋🏽
Como podemos te ajudar?