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5 passos para gerar mais conteúdo

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Este texto foi escrito pelo Joe e publicado originalmente no seu LinkedIn no dia 26 de maio.

Dessa vez vou fazer algo completamente diferente do que costumo fazer por aqui no LinkedIn. Nos últimos tempos eu tenho gerado muito mais conteúdo por aqui do que em qualquer outra rede, então resolvi escrever o meu método, tal como os Belmont registravam suas descobertas e histórias. Sim, isso foi uma referência à Castlevania. Ah, e o título não é clickbait, ok? Eu realmente vou te ensinar 5 passos pra gerar mais conteúdo.

Mas enfim, o que eu quero dizer é que hoje eu quero te dar algumas dicas de como eu faço para gerar conteúdo! Espero que meu método te ajude a gerar materiais legais pro teu negócio ou nos teus perfis profissionais!

Antes de começar, me sinto na obrigação de avisar previamente: isso aqui não é uma fórmula mágica, tampouco um método secreto aprendido com os monges tibetanos do templo digital business. É um registro de como eu, Joe Guidini, produzo conteúdos e gerencio as ideias que surgem diariamente.

Dito isso, vamos lá?

O que é conteúdo e por que ele é importante para você

Conteúdo já deixou de ser um “algo a mais” nos negócios (e até nas nossas mídias pessoais) para se tornar um produto essencial para qualquer empresa ou profissional que queira se diferenciar e dar um pop-out no meio da multidão de gente do seu mercado.

Convenhamos, os mercados estão cada vez mais saturados e os nichos já não são mais o pote de ouro no final do arco-íris. Quanto mais a sociedade evolui para se tornar digital-based, mais complicado se torna para se destacar e ser relevante. Mas isso não quer dizer que é impossível.

Por mais que estejamos vivendo um momento delicado e triste, ele é um plot-twist na sociedade. Aos poucos estamos dando menos atenção a influenciadores vazios que não entregam absolutamente nada de relevante, para dar mais atenção às pessoas mais próximas à nós, aquelas que são realmente importantes. Aí surgem os nano influenciadores, a galera que tem entre 1k e 10k seguidores ou contatos nas redes. O público dos nano influenciadores é pequeno, de nicho e altamente engajado. Uma pequena comunidade de fato. Quer saber mais? Dá uma olhada no “Dossiê Nano Influenciadores” do YouPix.

Qualquer um de nós pode estar sendo um nano influenciador durante o isolamento social, e provavelmente seu negócio já possui esse papel dentro da sua rede. Por isso, gerar conteúdo no seu blog, Instagram, Facebook ou LinkedIn é imprescindível. Ah, e um adendo: se tua empresa ainda não tem um blog, corre começar a estruturar um.

Como sempre diz a grande Ariane Feijó: “rede social é casa alugada”. Então realiza o sonho da casa própria no teu bizz, beleza?

Os cinco passos do Hokage do Conteúdo

Sim, isso também foi uma referência a Naruto. Fazer o quê?! É de referências que se faz o homem! Tá, legal, vamos ao que interessa. Você quer (e precisa) estar gerando conteúdo para seu negócio ou sua marca pessoal, mas não faz a mínima ideia de onde começar. Bom, por isso que eu to aqui! Quero te ensinar os cinco passos que eu costumo utilizar para construir os conteúdos da ECC Hub, Radnation e os meus pessoais no LinkedIn. Inclusive, se tu chegou aqui por outro lugar, se conecta comigo! Eu tô sempre dividindo coisas legais com minha rede!

Bom, o Método-Oficial-e-Certificado-Joe-Guidini-de-Gerar-Conteúdo-ou-Tirar-Qualquer-Ideia-do-Papel possui cinco etapas básicas: Conhecimento Base, Junção de Referências, Primeira Construção, Desdobramentos e Compartilhamento e, por fim, Análise e Reflexão. Cada uma das cinco etapas possui importância e significado único, portanto não pode ser pulada. Pelo menos não num primeiro momento. Com o tempo você começa a aplicar as etapas quase que naturalmente e nem percebe que já passou por elas. Mas pra isso acontecer, primeiro você precisa saber quais são essas etapas, né?

  1. Conhecimento Base: a primeira etapa é onde você irá preparar o terreno do seu conteúdo, porque conteúdo relevante não é baseado em achismos. Tente sempre se munir de pesquisas, informações e estudos dentro da sua área. Nessa etapa você vai perceber que ideias de conteúdo vão começar a pipocar na sua mente como fogos de artifício, então tenha sempre um caderninho ou bloco de anotações para escrever as melhores ideias em tópicos. Na janela que fica na minha frente, atrás do meu computador, existem diversos Post-its com ideias que surgem diariamente.
  2. Junção de Referências: agora que você já possui uma base de conhecimento e várias ideias que pipocaram na sua mente anotadas, está na hora de ir atrás das referências. Referências podem ter diversas formas diferentes e, como vocês já viram, de cultura pop eu estou cheio. Essas referências podem ir desde os conteúdos que você mais consome até os seus competidores de mercado. Não é feio olhar o que o seu concorrente está fazendo para se inspirar, porque dessa forma você já tem uma ideia do tipo de conteúdo e linguagem que sua audiência e sua rede já está acostumada a consumir dentro do seu mercado. Essa etapa é importante para definir a maneira como esse seu conteúdo vai conversar com seu público.
  3. Primeira Construção: aqui chegamos na metade do caminho e sua criatividade já tá pegando fogo para colocar a mão na massa e produzir esse conteúdo para sua audiência. Mas antes de liberar esse fogo que te consome, é preciso decidir qual será o formato que você irá utilizar para comunicar esse conteúdo. Existem diversas maneiras de construir um conteúdo. Pode ser em vídeo, texto, imagem, áudio, poesia, prosa, lambe-lambe, pixação, game, música, enfim, o que der na sua telha. Mas a escolha que você deve fazer tem que levar em consideração o tom de voz do seu negócio ou da sua marca pessoal. Como você se comunica? Quais as palavras e termos que você utiliza em seu vocabulário? Com isso em mente, já dá para construir seu conteúdo e mostrar pro mundo! Que nos leva à próxima etapa.
  4. Desdobramento e Compartilhamento: essas palavrinhas aqui você já deve ter ouvido bastante por aí, né? A galera do marketing digital usa bastante esses termos para mapear todas as possibilidades que um conteúdo possui de ser moldado e distribuído. Um texto do seu blog pode ser transformado em um vídeo para o Facebook, um card na sua página do Instagram, um post para seu LinkedIn e por aí vai. Com um só conteúdo, você pode ter inúmeras possibilidades. E essas possibilidades aumentam a chance de compartilhamento desse conteúdo, o que é muito importante para você poder construir uma comunidade ao seu redor. Uma comunidade é o que possibilita que você não converse sozinho em suas redes. É ela que vai levar teu conteúdo pra frente! Ah, importante salientar: nessa etapa é onde você irá escolher a maneira como você irá compartilhar e distribuir esse conteúdo. Você vai entender mais pra frente no texto.
  5. Análise e Reflexão: pensar e criar conteúdo é muito divertido, mas ainda é preciso fazer uma coisa muito importante: analisar o impacto do que foi construído. Como esse conteúdo se comportou em meio à sua rede é o que vai te indicar que outros conteúdos você pode construir na mesma linha ou o que você precisa mudar para que seu conteúdo se torne mais atrativo. É um momento de reflexão mesmo, reflexão raíz, aquela que vai a fundo nas perguntas de análise e que julga o que foi construído com base nos dados que você possui de engajamento. Se você não conseguir enxergar o que não está dando certo, converse com sua audiência. Perguntar o que eles estão ou não gostando é uma boa maneira de mapear o sucesso do seu conteúdo. Se quiser uma forma mais sutil de ter essa resposta dela, deixa uma indicação ao final pedindo pra sua rede compartilhar aquele conteúdo. Assim você tem alguns insights o que ela mais gosta de consumir.

Tornando seu conteúdo realidade

Lembra o passo quatro, quando você está decidindo a maneira de compartilhar e distribuir esse conteúdo? Então, essas são as duas maneiras: Ciclo Contínuo ou Espiral. Quando você trabalha com o formato de Ciclo Contínuo, significa que esse conteúdo irá servir de base para que você construa mais um com o que aprendeu e assim sucessivamente. Quer dizer que você pode começar com um conteúdo um pouco mais superficial e ir aprofundando cada vez mais.

Por exemplo: com esse texto que você está lendo, eu já posso preparar um conteúdo sobre definição de tom e voz na sua marca. Quer que esse conteúdo se torne realidade? Diz pra mim ali nos comentários!

Já o formato Espiral significa que você irá construir um conteúdo que já vai ser aprofundado, como os conteúdos técnicos da Rock Content, por exemplo. Geralmente conteúdos construídos dessa forma vão a fundo em referências e conhecimentos, não permitindo que aquele conteúdo se desdobre em outros. Por exemplo, um livro técnico geralmente é escrito dessa forma.

Essas são as cinco etapas que eu utilizo para gerar conteúdo. Espero que tenha sido de grande valia pra você e mal posso esperar pra te ver gerando conteúdo aí no seu negócio ou no seu perfil profissional aqui no LinkedIn!

Se você gostou desse conteúdo, considere o compartilhamento! Isso nos ajuda a entender o que vocês gostam de aprender e como podemos produzir melhor.

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